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sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

A little piece of me

Brincadeira divulgada nos blogs por aí. Deixe em negrito o que se aplica a você e reposte no seu blog.

Eu amo dormir.
Eu já assisti a filmes pornôs.
Eu acredito que a honestidade é a melhor política.
Eu mudei muito mentalmente ao longo do ano passado.
Estou muito, muito inteligente.
Eu nunca quebrei qualquer um osso do corpo.
Eu tenho um segredo que eu tenho vergonha de revelar.
Eu amo a chuva.
Eu sou paranóica.
Eu preciso de dinheiro agora.
Eu queria ter um irmão.  (ps meu: além da irmã linda que já tenho)
Eu menti para um bom amigo nos últimos seis meses.
Normalmente sou pessimista.
Eu tenho oscilações de humor.
Eu acho que a prostituição deve ser legalizada.  
Eu sou bipolar.
Eu tenho um talento escondido.
Gosto de falar ao telefone.
Eu praticamente vivo de camiseta e calça jeans.
Eu tenho um telefone celular.
Atualmente tenho uma queda por alguém.
Eu não quero ter filhos no futuro
Eu amo os meus melhores amigos.
Eu assisto Bob Esponja e eu gosto disso.
Eu tive uma queda por alguém que eu nunca conheci.
Eu não toco um instrumento musical.
Eu caio no “desejo” mais do que “amor”.
Eu sou uma pessoa totalmente diferente em torno de pessoas diferentes.
Não importa onde eu estou ou com quem eu estou, eu sempre pareço ser solitário.
Meu coração reside abaixo dos meus pés.
Uma vez eu roubei um chocolate do supermercado.
Eu não tenho a capacidade de tomar decisões sem mudar minha mente.
Eu sou mais analítico sobre a pessoa que eu conheço.
Eu acredito em perda de tempo.
Meu feriado favorito não é Natal.
Eu não sei o que eu faria sem meus amigos.
Eu estou com fome.
Eu menti sobre um dos itens dessa lista.
Eu tenho um problema para expressar as coisas.
Eu sou a pessoa mais necessitada que eu sei sobre a face do planeta.
Eu assisto televisão só quando tem alguém no computador.
Eu sou um pouco louca.
Eu gosto do cheiro de Tic Tacs laranja.
Eu me apaixono muito fácil.
Eu adoro cheirar cola.
Eu sou egoista.
Estou tão emo, às vezes.
Acho que a raça humana está mal e deve ser demolida.
Eu colei em um teste antes.
Estou farto de drama.
Eu preciso de um emprego digno.
Eu já fingi que estava estudando.
Não sou burro, sou um depósito de informações inúteis.
Já fiu fazer prova sem estudar.
Já quis me matar. 
Já tive vontade de mandar todo mundo ir pra puta que pariu.
Eu amo ficar apaixonado, mesmo que eu não seja correspondido. É uma sensação tão boa.
Tenho nojo de baratas.
Já pensei em fugir de casa.
Meus conselhos são os piores possiveis.
Já fingi estar doente pra não ir a aula.
Tenho muito medo de ficar no escuro sozinha.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

John Mayer é banido do programa de Oprah após comentário racista

Você acaba de ler esse título e pensa: que cara idiota. 

Agora leia um pouco mais e veja o que ele falou, segundo algumas fontes aqui mostradas :

" O músico, que se mostrou pouco interessado em manter relações íntimas com mulheres negras "
IOL Música

"Recentemente, ele virou alvo de críticas depois de afirmar não estar aberto para relacionamentos com mulheres negras. "Acho que não estou aberto para este tipo de relação. Meu pênis funciona como um supremacista branco. No meu coração não tenho preconceitos, mas meu pênis não funciona assim. Acho que vou começar a sair sem ele", disse John Mayer."
 Quem Notícias

Antes de se deixar envolver pela emoção e abrir uma caçada às bruxas (racistas), vamos analisar racionalmente a situação. Sim, os racistas merecem uma caçada a eles. Mas a pergunta é, seria mesmo esse um comentário racista?

Eu vejo a questão como simples e pura preferência sexual. E como tal, ela passa por tamanhos, formas, tipos e cores de pessoas. Todos tem sua própria preferência sexual. Há homens que simplesmente são vidrados em mulheres negras e as preferem, estariam eles sendo preconceituosos com as brancas ?

Sim, porque numa era em que tentamos compensar anos de injustiça com os negros, caindo pelo outro extremo de uma paranóia racista, é bom às vezes inverter as coisas para entender que nem tudo é racismo. Infelizmente o racismo ainda existe, em números, em procedimentos, em falas e em comportamentos. E existe em sua pior forma, a cínica, formado por falsos defensores das minorias que na realidade apenas estão atuando. E são justamente esses que caem pelo outro extremo. Talvez na tentativa de parecer tão " justos e legais para com todos", soam superficiais e erram o alvo.

Quando finalmente um dia atingirmos a consciência de que a cor não define uma pessoa melhor que a outra, como também a sexualidade, como também diversos outros aspectos não definem diferenças importantes, assuntos como esses serão tão bobos que vão ser comentários naturais, e sequer vão dar ibope. Será o dia em que um branco não vai se ofender em ser chamado de branco, nem o negro de ser chamado de negro. Isso é não-racismo, agir com a naturalidade de quem sabe que somos todos seres humanos e compartilhamos praticamente o mesmo código genético e estrutura.

Enquanto existirem reações histéricas procurando racismo em tudo o que se fala, isso demonstra que ainda não estamos prontos e estamos caindo de um extremo para o outro, até quem sabe um dia encontrar um equilíbrio. Até lá, balançamos de um lado para outro compensando as injustiças do passado. Da mesma forma que os alemães, envergonhados de seu passado nazista, não gostam nem de tocar no assunto e já proibiram negar o Holocausto. Claro que negar o Holocausto é uma burrice, mas como reagem a um historiador que, pelo bem da ciência, resolva re-conferir as versões oficiais que temos hoje? É como quem diz: " Já odiamos o que fizemos, então por favor não mexa nisso, estamos proibindo qualquer um de mexer nisso."

Algo parecido com o atual movimento de contra-racismo. Esse movimento deveria primar pela igualdade, não pelo outro extremo, que beira o superprotecionismo patético. Se você teve um filho e batia muito nele, para compensar não adiantará bater apenas no outro toda vez que eles se desentenderem. A saída humana e racional é parar de bater nos dois. Um mundo de igualdade onde acreditamos que cor não define capacidade.

Nesse mundo, "Sim, sou negro, e isso é ruim?" - deve pensar o negro. Claro que não, portanto não há porque se ofender. O mesmo dirá o branco, o índio, o homossexual.

Lembro do episódio do atacante Grafite, ex São Paulo, que queria processar um argentino por ser chamado de negro. Se ele apenas foi chamado de negro e se ofendeu, então ele próprio se preconceitualiza. Se o argentino utilizou frases pejorativas, aí sim ... mas não sabemos exatamente o que foi dito.

O que o John Mayer fez, que confesso nem sei que música toca ou se é bom, foi mostrar uma preferência sexual, mas ele se atrapalhou nas palavras e jogou, na segunda frase ali em cima, uma idéia controversa. Não vou defender o cara porque não sei se de fato ele é racista, estou expondo meu entendimento da situação. No entanto o "espertão" conseguiu produzir uma frase com palavras proibidas de estarem juntas nos tempos paranóicos em que vivemos: negras, supremacista, branco e preconceito.

A junção mal colocada dessas frases dá o entendimento de um comentário racista ao leitor menos atento. Quando ele diz que no coração dele não há preconceitos, mas no pênis sim, ele derrapa de vez. Se ele é mesmo um racista, não adianta pedir desculpas, adianta ser menos babaca e aprender coisas novas até mudar essa idéia.

Se foi apenas um comentário que demonstra preferência sexual, qual é o problema? Há mulheres que preferem homens gordinhos e não gostam muito sexualmente de peludos. Há homens, como eu, que preferem peitos do que bunda, e não vamos ser processados pelas bundudas com peitos pequenos, vamos ?
E dentro das preferências sexuais, cores definem preferências. Como você pode preferir uma roupa amarela, e eu uma vermelha, e odiar tons de marrom nas mulheres. Como homens diferenciam preferências entre loiras e morenas. E nada disso é crime ou racismo. O cantor não tem atração sexual por negras, ora, só isso. Poderia ser por brancas, ruivas, japonesas, estamos no campo das preferências. Preconceito é completamente outra história.


Enfim, precisamos começar a rever nossas posições. Se queremos mesmo um mundo igual, e acho que queremos, precisamos agir com a naturalidade de pessoas que acreditam em um mundo igual em termos de capacidade de pessoas. Ser racista e ser caça-racista sem fundamento é igualmente nada sábio.



Rato.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

formspring.me

Pergunte-me qualquer coisa, absolutamente tudo será respondido ;-)

http://www.formspring.me/andreborghi


;-)

Duelos improváveis 1

Alguns duelos que dariam o que falar, nunca aconteceram e provavelmente não vão acontecer, mas que eu adoraria ver.

TENENTE RIPLEY x SARAH CONNOR















O duelo das heroínas duronas. As duas encaram inimigos fatais, sabem manejar armas, estão protegendo a si mesmas ou a outras pessoas o tempo todo. Ripley é a tenente da nave comercial Nostromo, no primeiro Alien, de Ridley Scott. São 7 passageiros, e a criatura mata todos, sobrevivendo apenas ela. No mano a mano ela não teria a menor chance contra um ser forte, rápido, e cujo sangue é ácido e corrosivo, mas ela consegue no final jogá-lo no espaço para fora do módulo de emergência da sua nave. Sarah Connor vai ser mãe de John Connor, e combate no primeiro filme um exterminador mandado do futuro para matá-la antes que ela dê a luz. Ela ainda nem está grávida e nem entende o que está ocorrendo, mas precisa enfrentar um organismo cibernético cujo único objetivo é assassinato. No final consegue matá-lo esmagado numa prensa hidráulica. Tanto Ripley quanto Connor em seus primeiros filmes não são fodonas, vão ficando heróicas a medida que as coisas vão ocorrendo. Em seus respectivos segundos filmes, aí sim botam prá quebrar.













Enquanto Sarah Connor precisa enfrentar um modelo mais avançado de exterminador, o T1000, de metal líquido, e conta com a ajuda de outro exterminador enviado para defendê-la, Ripley enfrenta um número extremamente maior de aliens ao voltar a um planeta, para resgatar a tripulação de uma base que aparentemente foi colonizada por eles. Conta com a ajuda de um pelotão humano, mas que acaba sofrendo várias perdas. No final, ela precisa enfrentar uma rainha Alien, um monstro enorme que dá origem a todos os outros aliens. Consegue vencer lutando com ela dentro de um robô de carga e mais uma vez, jogando-a no espaço.
Sarah enfrenta o T1000 cara a cara mas é salva por seu defensor, e o T1000 acaba derretendo num poço de ferro derretido.

As duas tem cenas que considero tensas. Quando Ripley resgata a garotinha, e com ela no colo, percebe que está na ninhada de aliens, e precisa voltar de costas em silêncio, mas decide queimar todos os ovos e liberta a fúria da rainha Alien, e quando Sarah encara de frente o exterminador que a tortura para chamar seu filho.

São vítimas do ceticismo também. Sarah, no segundo filme, é vista num hospital psiquiátrico, pois ninguém acredita nela. Assim como Ripley, em seu terceiro Alien, numa colônia prisional, onde ninguém acredita que as mortes estão ocorrendo por causa de uma criatura alienígena.

E ambas as famosas franquias tentaram conseguir atrizes substitutas para Sigorney Weaver (Ripley) e Linda Hamilton (Connor), mas elas não tiveram o mesmo carisma das originais.

No fim, Ripley teve mais filmes, defendeu uma garotinha, se virava sozinha e foi uma das primeiras heroínas mulheres do cinema. Sarah é durona também, mas sempre teve um defensor ao seu lado, seja um soldado humano, seja um exterminador.

Tenente Ripley ganha.

Rambo x Dutch ( Predador)





Esse parece um duelo fácil de se decidir. Rambo teve muitos mais filmes, matou muito mais gente, enfrentou exércitos inteiros e fala muito, mas muito menos que Dutch. Por outro lado, há que se considerar que nunca enfrentou uma criatura alienígena. Rambo combateu policiais arrogantes, agentes corruptos, russos, exércitos paramilitares e tudo que se imagina numa guerra, inclusive tortura com choques. Ficou apaixonado por 3 minutos, que foi o tempo que ficou viva seu amor.

Mas Dutch saiu na porrada com um predador, foi enganado por seu amigo da CIA, perdeu seu pelotão inteiro e fugiu de uma expliosão nuclear. Tudo bem que ele apanhou muito, e só conseguiu vencer a criatura com uma armadilha, mas não é qualquer um que mata um predador, além de nunca ter sido parodiado por um filme sem noção (mas hilário) , como Rambo foi.


No entanto, pelo número de mortes e coisas que aguentou, Rambo vence.

TV de Poltergeist x Tv de O Chamado




Uma puxa para dentro, a outra deixa fantasmas saírem. Uma é responsável por eu morrer de medo quando minha tv saia do ar, quando eu era pequeno, a outra por reavivar esse medo anos depois.

Em Poltergeist, a Tv da família começa atrair a pequenina Carol Ane. Uma entidade parece conversar com ela em som baixo, até que a puxa para outra dimensão, e vários fenômenos diabólicos ocorrem com a família. A entidade aparentemente usa a forma de um homem velho de cabelos grisalhos, como mostrado no segundo filme. Em O chamado, uma fita amaldiçoada por uma garota morta, Samara Morgan, mata as pessoas em 7 dias. Para tal, ela aparece caminhando em direção à tela, vinda de um poço, e sai da televisão da vítima. A cena é assustadora.

Ambos os filmes assustam, mas eu fico com Poltergeist pelo pioneirismo, pois é bem mais antigo e já assustava antes mesmo de o Chamado chegar.


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Próximo post, mais duelos improváveis :

- VAMPIROS :Blade (Caçador de vampiros) x Edward Cullen (vampiro gay de Crepúsculo) x Buffy.
- GRITOS: Mocinha de Halloween x mocinha de Quarentena x Garota do Chip
- ÍCONES INFANTIS: It, o palhaço assassino x Chuck (Brinquedo Assassino)


Rato.

sábado, 30 de maio de 2009

E onde estão nossos adolescentes rebeldes e irritantes ? Deram lugar à geração playboy ?





Eles páram seus carros nas esquinas, ou nos postos de gasolina,
e colocam seus poderosos subwoofers à serviço de músicas industrializadas por efeitos de sintetizadores , cruzam os braços , o que contrai os músculos e esteticamente os faz parecer mais fortes, e aguardam encostados em seus carros, geralmente rebaixados e cheios de tunning.

Achegam-se a seus amigos, já com todas as mentiras que contribuirão para sua imagem pessoal, se contadas, planejadas para serem ditas numa roda de autodenominados amigos, os quais reagirão a essa mentira com mentiras ainda maiores.
Conversam por um bom tempo, seguindo uma sequência nada difícil de prever, como quantas mulheres pegaram na última vez, quantos travestis eles acertaram com o tapete do carro enrolado enquanto passavam de carro. Ou obviamente os assuntos de lei, exercícios na academia, que podem derivar para tipos de anabolizantes, e acessórios de carro, que pode derivar para funcionamento mecânico do veículo, assuntos tidos por eles como obrigatórios e identificadores da sua heterossexualidade. Por falar nisso, precisam ser homófobos em potencial. Há uma série de coisas que não fariam com medo de serem confundidos com homossexuais, e quanto a esses, sempre os hostiliza, para que a diferença que acreditam existir seja mais fortemente demarcada.
Despedem-se de seus amigos contando mais mentiras, supostamente a serem realizadas tão logo sáiam dali, antevendo que isso melhorará sua imagem social perante eles na próxima vez que se encontrarem.
Ao longo de suas histórias, além de constantemente se enganarem e sempre procurarem num baú de respostas prontas aquelas que melhor se adaptem às perguntas que lhe são feitas, não têm geralmente a alegria de serem eles mesmos, mas precisam encarnar diferentes personagens de suas próprias criações. Conviverão, portanto, com a eterna dúvida " Os que gostam de mim , gostam de mim , ou de meus personagens? "
Seus laços de amizade em geral são mais fracos, porque não se basearam em confiança, mas em oportunismo, como uma simbiose social. Uma garota linda seria suficiente motivo para disputa interna e deterioração desses laços.
Lealdade !? Quantos deles sabem ou sentiram isso ?? Agir por honra, lutar por ideais, seguir guiado por aquilo que acha certo...

De onde saem os namoros quebrados por traição, as amizades que se sustentam até que se abra a temporada de caça às mulheres, aos objetivos egocêntricos de carreira ?!! Das histórias pessoas daqueles que nunca souberam o que é lealdade ... que nunca sentiram que suas ações podem moldar sua própria honra , e sua honra constrói quem você é.

De quem falo nesse texto? Da maioria de nossa juventude .
Cansei de ver jovens acomodados nas salas de aula do meu ensino médio e fundamental, contentes por não chamarem atenção dos professores, mesmo que não concordassem com muitas coisas. Haviam os testa-de-ferro, como eu e meus saudosos amigos, que faziam isso por eles. Mas nunca sentirão a satisfação de brincar de mártir, e ver que o mundo a sua volta pode ser mudado por suas ações.
Uma geração anterior reuniu-se para tirar Fernando Collor de Melo da presidência.
O que há com nossos jovens? Talvez eles repitam demais o que os pensadores do passado pensaram, e não seja instigados a pensar por si próprio. Seria isso, caros educadores? Ou a geração da alta tecnologia está mesmo fadada a escrever um capítulo humilhante da história da juventude.

Eu, particularmente, não quero fazer parte disso.
Que me chamem de velho então ;-)



;- ))